{"id":6189,"date":"2013-08-08T00:00:00","date_gmt":"2013-08-08T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cecubogroup.com\/?p=6189"},"modified":"2021-04-05T16:32:24","modified_gmt":"2021-04-05T16:32:24","slug":"una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cecubogroup.com\/pt\/blog\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/","title":{"rendered":"Uma \"utopia\" chamada capitalismo (II)* Capital-mercadoria"},"content":{"rendered":"<p>No entanto, v\u00e1rios autores colocaram no centro da an\u00e1lise a quest\u00e3o da mercadoria e, em particular, o que Marx chamou de <em>fetichismo da mercadoria<\/em>O processo pelo qual o objeto (mercadoria)<em><strong><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftn1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[1]<\/a><\/strong>, <\/em>torna-se um sujeito, com base na transfer\u00eancia de centralidade do valor de uso para o valor de troca.<\/p>\n<p>Talvez seja mais claro se o aproximarmos de um tema mais familiar. Hoje em dia, o exemplo mais evidente \u00e9 o capitalismo financeiro e especulativo, um universo fict\u00edcio, sem qualquer liga\u00e7\u00e3o \u00e0 realidade, mas que abala diretamente o <em>realidade<strong><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftn1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[2]<\/a><\/strong><\/em><em>,<strong> <\/strong><\/em>capaz de ultrapassar qualquer limite e de se auto-regenerar constantemente. \u00c9 a maximiza\u00e7\u00e3o absoluta do primado do valor de troca, uma vez que, em rigor, n\u00e3o existe qualquer possibilidade de os elementos financeiros terem valor de uso. <em>stricto sensu<\/em>. N\u00e3o se pode esquecer que o valor de uso tem <<limitaciones&gt;&gt;, ou seja, responde a exig\u00eancias b\u00e1sicas. No entanto, o valor de troca \u00e9 ilimitado, podem sempre ser exploradas novas vias, criando novos produtos financeiros. \u00c9 um mercado sem fim. Da\u00ed a predomin\u00e2ncia da economia simulada (especulativa) sobre a economia real, com a consequente transforma\u00e7\u00e3o das\/nas estruturas existentes. O esvaziamento do valor de uso (atrav\u00e9s da mercantiliza\u00e7\u00e3o de todos os dom\u00ednios da exist\u00eancia) significa uma m\u00e3o livre para o valor de troca e para infinitas opera\u00e7\u00f5es de engenharia financeira.<\/p>\n<p>Este processo, essencial para compreender a auto-propaga\u00e7\u00e3o do capitalismo, \u00e9 enquadrado por aquilo que M\u00e9sz\u00e1ros descreveu como <em><<tendenciO valor decrescente do valor de uso dos bens&gt;&gt;&gt;&gt;.<strong><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftn1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[3]<\/a><\/strong><\/em>. Esta ideia pode ser sustentada pela reafirma\u00e7\u00e3o da hegemonia absoluta da mercadoria nas sociedades capitalistas. As observa\u00e7\u00f5es de Anselm Jappe v\u00e3o nesse sentido, quando afirma:<\/p>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 10px; vertical-align: baseline; font-family: \"open sans\", helvetica, arial, sans-serif;\">\n<p>\"Devemos reconhecer na mercadoria uma forma espec\u00edfica de produto humano, uma forma social que s\u00f3 nos \u00faltimos s\u00e9culos - e em grande parte do mundo nas \u00faltimas d\u00e9cadas - se tornou predominante na sociedade. A mercadoria tem uma estrutura particular, e se analisarmos em profundidade os mais diversos fen\u00f3menos [...] encontramos sempre na sua origem a estrutura da mercadoria. [...]<br \/>\no valor de uso s\u00f3 \u00e9 alcan\u00e7ado atrav\u00e9s da transforma\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio produto em valor de troca, em dinheiro [...] n\u00e3o \u00e9 o pr\u00f3prio homem que regula a produ\u00e7\u00e3o de acordo com as suas necessidades, mas h\u00e1 uma inst\u00e2ncia an\u00f3nima, o mercado, que regula a produ\u00e7\u00e3o [...]. O sujeito n\u00e3o \u00e9 o homem, mas a mercadoria como sujeito autom\u00e1tico. Os processos de vida das pessoas s\u00e3o abandonados \u00e0 gest\u00e3o totalit\u00e1ria e inapel\u00e1vel de um mecanismo cego que elas alimentam mas n\u00e3o controlam\".<em><strong><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftn1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[4]<\/a><\/strong><\/em><\/p>\n<p>Se quisermos aprofundar a natureza aut\u00f3noma do capital-mercadoria no capitalismo, Zizek defende a compreens\u00e3o da verdadeira dimens\u00e3o do problema, para nos aproximarmos um pouco mais da sua g\u00e9nese. Para o efeito, sublinha que a mensagem de Marx n\u00e3o \u00e9 essa:<\/p>\n<p>\"a louca dan\u00e7a teol\u00f3gica das mercadorias nasce dos antagonismos da <<vidum real&gt;&gt;. O objetivo \u00e9 antes que <em>a primeira (a realidade social da produ\u00e7\u00e3o material e da intera\u00e7\u00e3o social) n\u00e3o pode ser considerada sem a segunda<\/em>\u00c9 a dan\u00e7a metaf\u00edsica autopropulsora do capital que faz o espet\u00e1culo funcionar, que fornece a chave para os processos e cat\u00e1strofes da vida real. \u00c9 aqui que reside a viol\u00eancia sist\u00e9mica do capitalismo\".<em><strong><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftn1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[5]<\/a><\/strong><\/em><\/p>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline;\"> <\/div>\n<p>A consequ\u00eancia \u00e9 \u00f3bvia: estamos imersos e submetidos a um conjunto de processos que nos colocam como elementos contingentes e, portanto, subordinados. Torn\u00e1mo-nos meros instrumentos do capital-mercadoria, acorrentados a novas formas de opress\u00e3o. Libertarmo-nos deste jugo, do <em>hegemonia absoluta da mercadoria<\/em>\u00e9 um passo decisivo no caminho da emancipa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Consequentemente, como postula David Harvey <em>\"para superar o capitalismo, o valor de uso deve prevalecer sobre o valor de troca\".<strong><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftn1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[6]<\/a><\/strong><\/em>Os produtos devem ter uma boa rela\u00e7\u00e3o qualidade\/pre\u00e7o<em><strong><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftn1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[7]<\/a><\/strong><\/em> O capitalismo mercantilizou todos os elementos da experi\u00eancia humana. N\u00e3o h\u00e1 nenhuma parcela n\u00e3o mercantilizada. Para o dizer coloquialmente: tudo tem um pre\u00e7o.<\/p>\n<p>Vou aproveitar este \u00faltimo ponto para fazer uma proposta arriscada.<\/p>\n<\/p>\n<p><strong>Mercadoria e liberdade: a verdadeira correla\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Vamos tentar analisar, de uma perspetiva (1) progressista-liberal (defesa intransigente dos direitos e das liberdades, nada desconfiada do machismo, mas inserida no sistema) e de uma perspetiva (2) radical-emancipat\u00f3ria (descomodifica\u00e7\u00e3o [anti-capitalista]), um tema espinhoso como a prostitui\u00e7\u00e3o. Mas n\u00e3o o fen\u00f3meno no seu conjunto; exclusivamente a prostitui\u00e7\u00e3o de luxo: pessoas que ganham mais de 300 euros (por exemplo) por uma hora de trabalho.<em><strong><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftn1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[8]<\/a><\/strong><\/em>.<\/p>\n<p>1.- A resposta l\u00f3gica e compreens\u00edvel que se poderia esperar \u00e9 que, se ela pode gerar esse lucro atrav\u00e9s de um acordo livre, sem press\u00e3o, coa\u00e7\u00e3o ou coa\u00e7\u00e3o de qualquer agente externo, e se essa decis\u00e3o \u00e9 o resultado de uma reflex\u00e3o madura e respons\u00e1vel, ela est\u00e1 no seu direito de obter um rendimento elevado com a prostitui\u00e7\u00e3o nessas condi\u00e7\u00f5es. Dentro desta perspetiva, podem ser encontradas posi\u00e7\u00f5es mais avan\u00e7adas que fazem men\u00e7\u00e3o \u00e0 <em>dessacraliza\u00e7\u00e3o do sexo<\/em>\u00e0 rutura com os dogmatismos religiosos tradicionais e \u00e0 frui\u00e7\u00e3o e ao prazer como modo de vida; totalidade<\/p>\n<p>2.- Pelo contr\u00e1rio, uma perspetiva emancipat\u00f3ria deve opor-se \u00e0 mercantiliza\u00e7\u00e3o do corpo como <em>valor de troca<\/em>. N\u00e3o se trata de puritanismo ou algo semelhante: a rutura dos padr\u00f5es familiares tradicionais e as novas experi\u00eancias sexuais partilhadas est\u00e3o perfeitamente imbricadas neste posicionamento. O que n\u00e3o \u00e9 \u00e9 a submiss\u00e3o aos ditames da mercadoria.<em><strong><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftn1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[9]<\/a><\/strong><\/em>.<\/p>\n<p>Repare-se na importante constata\u00e7\u00e3o que da\u00ed resulta: a perspetiva liberal-progressista, que apresenta a sua resposta sob o pressuposto da liberdade, do controlo absoluto do corpo e do direito de fazer de si pr\u00f3prio o que bem entender. Isto pode ser entendido como uma (falsa) liberta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mesmo que, sob o prisma da toler\u00e2ncia liberal, esta resposta fosse impec\u00e1vel, ela ignora o cerne do problema: esta liberdade (ou direito) n\u00e3o \u00e9 absoluta, porque, afinal, apenas serviu para mercantilizar o corpo. Optou-se por se libertar de certas premissas iniciais (dos constrangimentos sociais aos medos pessoais), para se subordinar a uma estrutura maior, abstrata e absoluta, que anula toda a efic\u00e1cia simb\u00f3lica do alegado <<liberaci\u00f3n&gt;&gt;. Por outras palavras, a \"ilus\u00f3ria\" liberdade adquirida \u00e9 fun\u00e7\u00e3o do que o mercado considera; em \u00faltima an\u00e1lise, est\u00e1 consagrada (dependente) da vontade do mercado. Trata-se de uma no\u00e7\u00e3o de liberdade diferida, deslocada ou condicionada a uma entidade superior, uma vez que a mercantiliza\u00e7\u00e3o anula toda a suposta validade inicial e significado efetivo da assun\u00e7\u00e3o da decis\u00e3o. Por isso, o falso pressuposto de que a liberdade \u00e9 um elemento constitutivo do capitalismo deve ser liminarmente rejeitado e, consequentemente, reduzido \u00e0 sua mais pequena e insubstancial dimens\u00e3o.<\/p>\n<p>Neste ponto, poder-se-ia colocar uma quest\u00e3o crucial: \u00e9 poss\u00edvel uma verdadeira liberdade no capitalismo? A resposta n\u00e3o ser\u00e1 t\u00e9pida: nem pensar. Um sistema que torna os indiv\u00edduos escravos das exig\u00eancias de vari\u00e1veis abstractas e incontrol\u00e1veis, atrav\u00e9s de uma reformula\u00e7\u00e3o de dogmas religiosos transubstanciados e substitu\u00eddos por exig\u00eancias econ\u00f3micas, n\u00e3o pode ser o guia da humanidade. A liberdade, nas coordenadas em que \u00e9 colocada dentro do sistema, n\u00e3o \u00e9 mais do que uma escolha grosseira e banal entre quest\u00f5es triviais e sup\u00e9rfluas. Sob o lema da liberdade atual, o \u00fanico leque de op\u00e7\u00f5es est\u00e1 na dire\u00e7\u00e3o em que se orienta a capacidade de consumo (o que se compra e em troca de qu\u00ea). Mais uma prova de que a liberdade burguesa \u00e9 sempre limitada pela natureza do capital.<\/p>\n<p>A dial\u00e9tica que resulta entre os termos referidos nesta sec\u00e7\u00e3o (mercadoria e liberdade) \u00e9 sempre a favor da mercadoria. Em suma, praticamente tudo o que se chama liberdade \u00e9 mercadoria, raz\u00e3o pela qual a liberdade acaba quase sempre por ser apenas mais uma mercadoria. Parafraseando Marx, a falsa liberdade no capitalismo \u00e9, em ess\u00eancia, a vari\u00e1vel dependente do capital mercadoria.<\/p>\n<p>No entanto, seria necess\u00e1ria uma certa abertura de perspetiva, recusando rotular a liberdade como um elemento meramente \"formal\", vazio, descartando o seu car\u00e1cter performativo. Pelo contr\u00e1rio. A liberdade \"realmente existente\" (por mais pequena e insignificante que seja) \u00e9 importante, porque dela se deduzir\u00e3o muitas vari\u00e1veis e elementos que n\u00e3o podem ser ignorados. As doses de liberdade <em>positivo<\/em> (como real, n\u00e3o como ben\u00e9fico), produzir\u00e1 estruturas e rela\u00e7\u00f5es que precisam de ser analisadas.<\/p>\n<p>O facto de n\u00e3o partilharmos os usos e significados dados \u00e0 no\u00e7\u00e3o pela maioria n\u00e3o nos impede de assumir que as condi\u00e7\u00f5es materiais s\u00e3o impostas e geram as suas pr\u00f3prias din\u00e2micas contradit\u00f3rias.<\/p>\n<p>Esta din\u00e2mica ser\u00e1 analisada no ponto seguinte.<\/p>\n<\/p>\n<hr \/>\n<div style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline;\">\n<p>*Esta \u00e9 a segunda parte de uma sequ\u00eancia que constitui um \u00fanico artigo. Devido \u00e0 sua extens\u00e3o, optou-se por public\u00e1-lo em sec\u00e7\u00f5es. Pode consultar o artigo anterior <a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-i-algunas-cuestiones-iniciales\/\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>aqui<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftnref1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[1]<\/a> \u00c9 preciso compreender que, no sentido marxiano do fetichismo da mercadoria, o dinheiro \u00e9 o elemento supremo, a matriz e o dispositivo motor (bem como um fetiche em si mesmo) do qual derivam e se articulam os elementos de uma sociedade. A pr\u00f3pria ontologia do capital, com a sua din\u00e2mica inerente de auto-gera\u00e7\u00e3o e replica\u00e7\u00e3o, relega os indiv\u00edduos para meros instrumentos da mercadoria. Da\u00ed a sua considera\u00e7\u00e3o como uma vari\u00e1vel independente e a consequente <em>subjectiviza\u00e7\u00e3o<\/em> do mesmo.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftnref1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[2]<\/a> O caso paradigm\u00e1tico \u00e9 o da especula\u00e7\u00e3o com produtos de base, principalmente cereais.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftnref1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[3]<\/a> M\u00e9sz\u00e1ros, Istv\u00e1n (2010) <em>Para al\u00e9m do capital<\/em>. Passado e Presente XXI. La Paz<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftnref1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[4]<\/a> Jappe, Anselm, <a href=\"http:\/\/grupokrisis2003.blogspot.com.es\/2009\/08\/anselm-jappe-las-sutilezas-metafisicas.html\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\"><em>As subtilezas metaf\u00edsicas da mercadoria<\/em><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftnref1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[5]<\/a> Zizek, Slavoj (2009) <em>Sobre a viol\u00eancia. <\/em>Barcelona. Paid\u00f3s, p. 23<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftnref1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[6]<\/a> \u00c9 interessante que este processo de desmercadoriza\u00e7\u00e3o seja (provavelmente) o ponto de converg\u00eancia mais importante entre as diferentes correntes radicais, quer venham do espetro marxista ou da esfera libert\u00e1ria. As grandes cabe\u00e7as vis\u00edveis do decrescimento, como Sergue Latouche ou Carlos Taibo, tamb\u00e9m consideram esta quest\u00e3o como uma pedra angular para iniciar uma mudan\u00e7a de paradigma.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftnref1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[7]<\/a> \u00c9 de salientar que <<producto&gt;&gt;, n\u00e3o \u00e9 apenas um elemento inerte, substantivo, inanimado. Qualquer subst\u00e2ncia que seja mercantilizada ou comercializ\u00e1vel \u00e9 <<producto&gt;&gt;. Dos indiv\u00edduos \u00e0s rela\u00e7\u00f5es humanas e \u00e0s experi\u00eancias de vida. Nada \u00e9 regido por outros par\u00e2metros.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftnref1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[8]<\/a> Numa altura como a atual, em que os debates sobre a classe social s\u00e3o t\u00e3o acesos, suposi\u00e7\u00f5es como esta seriam uma via interessante a explorar.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cecubo.org\/2013\/08\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/?preview=true&#038;preview_id=1517&#038;preview_nonce=f7171d2816#_ftnref1\" style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; outline: none; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration-line: none;\" title=\"\">[9]<\/a> Devo admitir que levantar esta quest\u00e3o foi um processo de \"auto-expia\u00e7\u00e3o\": h\u00e1 alguns anos atr\u00e1s, eu teria estado na primeira perspetiva.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marx j\u00e1 tinha sublinhado a centralidade, no capitalismo do s\u00e9culo XIX, da dupla dimens\u00e3o da mercadoria: o valor de uso e o valor de troca. No entanto, esta sec\u00e7\u00e3o do seu pensamento nunca ocupou um lugar central na teoria marxista, que estava mais centrada na luta de classes, na explora\u00e7\u00e3o, na aliena\u00e7\u00e3o e noutros elementos que ele exp\u00f4s. <\/p>","protected":false},"author":4,"featured_media":6444,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":""},"categories":[1],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v16.7 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Una \u201cutop\u00eda\u201d llamada capitalismo (II)* El capital-mercanc\u00eda - Cecubo Group<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.cecubogroup.com\/pt\/blog\/una-utopia-llamada-capitalismo-ii-el-capital-mercancia\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Una \u201cutop\u00eda\u201d llamada capitalismo (II)* El capital-mercanc\u00eda - Cecubo Group\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Marx ya hab\u00eda subrayado la centralidad que en el capitalismo decimon\u00f3nico estaba adquiriendo la doble dimensi\u00f3n de la mercanc\u00eda: el valor de uso y el valor de cambio. 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